A natureza expande sua perfeição, fazendo com tal mérito que, em sua profunda sabedoria, faz da diferença, a beleza. Basta notar que numa única árvore há folhas de discrepantes tamanhos, cores e formas, mas nem por isso deixam sua magnitude. Desestruturado e aprisionado numa teia frágil de arrogância, o homem almeja o perfeito, contudo em sua ignorância, desconsidera o excêntrico. Ora, pois, crer no belo e no socialmente aceito é tão inviável quanto pleitear a hipocrisia e utilizar-se da mentira.
Não há dúvidas que o objetivo humano é a felicidade, por mais que o conceito da mesma não admita qualquer tipo de generalização. O homem vê no medo a infelicidade. E a solidão, o fato de ser “negado” pela humanidade faz com que se esqueça que estar com a ausência é estar com a presença da falta, assinalando assim, a impossibilidade de estar só. Definitivamente, só não enfrenta a solidão quem teme a si próprio.
OBS.: Agradecimento especial à Amarylis pela expressão utilizada no título.
Escrito por Beatriz C. Zanatel, 12 de outubro de 2010.

Nossa amor, fico impressionado com os seus textos. Embora eu ache eles um pouco violentos, o seu caráter é muito claro e preciso. Desbravando os sentidos mais profundos que possamos sentir. Meus parabéns, amor. Continue sempre escrevendo, pois o seu trabalho é ótimo!
ResponderExcluiraah, poxa, opiniião de namorado não vaaale, né! HUHUHAUHUAHUHUA. Briincadeeira, amor. Muito obriigada! beeeijão.
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